VIDAS NAS MÃOS DO OLEIRO JR 18: 1-17

VIDAS NAS MÃOS DO OLEIRO

(Jr. 18:1-17)

 

INTRODUÇÃO: Vivemos dias em que a insensibilidade em relação às coisas espirituais tem sido uma das vertentes principais do comportamento cristão, foi se a época em que os cristãos em sua grande parte cultivavam uma cultura marcada por uma conduta de vida em que se deixavam compungir-se, quebrantados pelo Espírito Santo e levados a uma vida de dependência piedosa diante de Deus. Necessitamos de um avivamento urgente para resgatar este ambiente de entrega e de dependência do agir de Deus em nossa alma, e para que isto possa acontecer precisamos decidir entender que nossas vidas precisam estar nas mãos de Deus o oleiro maior, que deseja tratá-las de acordo com nossas necessidades. O texto que está diante de nós é sugestivo e nos ensinam lições tremendas sendo que a principal delas é que:

 

NOSSAS VIDAS ESTÃO NAS MÃOS DE DEUS PARA ELE FAZER O QUE BEM QUISER

REALIDADES QUE PRECISAMOS ENTENDER PARA COMPREENDERMOS QUE NOSSAS VIDAS PRECISAM ESTAR NAS MÃOS DE DEUS

 

I-                   REALIDADE DE QUE A ESCOLHA NÃO É NOSSA (V 4-6)

  • Muitas vezes no processo de formação do nosso caráter algumas áreas precisarão ser refeitas (v 4)
  • Deus tem sempre a última e a derradeira palavra (V 5)
  • Todo o parecer na condução de nossas vidas devem estar nas mãos de Deus (V 6)

 

II-                 REALIDADE DE NÃO PODERMOS IGNORAR MUDANÇAS (V 7-10)

  • Há sempre da parte de Deus o uso de misericórdia para aqueles que mudam (V 7-8)
  • A conversão é o meio para que tais mudanças sejam implementadas  na vida do pecador (V 8)
  • Deus trabalha sempre com o princípio de exaltar ou derrubar (V 8-10)

 

III-              REALIDADE DE ESTARMOS ABERTOS A ADVERTÊNCIA DIVINA (V 11-14)

  • É preciso que todos saibam a respeito daquilo que Deus intenta fazer ou não fazer (V 11 a)
  • É preciso que todos refutem a sua real condição de conduta diante de Deus (V 11b-12)
  • Precisamos também refletir sobre o propósito de Deus em relação a nossa condição (V 13-14)

 

IV-              REALIDADE DO NÃO ESQUERCER-SE DE DEUS (V 15-17)

  • Somos tendenciosos às vezes com pequenos atos demonstrarmos tal esquecimento (V 15)
  • Desviando assim dos caminhos e das veredas que Deus queria que andássemos (V 15 b)
  • Tornando a nossa morada um lugar tenebroso afastando assim a presença de Deus (V 16-17)

 

CONCLUSÃO: Qual tem sido a sua real condição no presente momento irmão querido? Sua vida está nas mãos de quem? Você tem compreendido que a escolha não é você quem faz, mais sim Ele? Você é uma pessoa que está aberta a mudanças em sua vida num todo? Como você tem encarado a realidade da advertência divina em meio à sua apatia e indiferença? Você tem vivido Deus 24 horas em sua vida ou tem esquecido dEle nos momentos mais decisivos da sua existência?

Pr. Carlos Norberto da Silva

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